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Edições Carmelo apresentam livro de Alexandre Freire Duarte

Quarta-feira, Março 22, 2023 - 00:00
Publicação
Voz Portucalense
2023-03-27 Press - Cartas de um teólogo a um jovem de hoje Capa.
As Edições Carmelo acabam de anunciar a publicação do livro Cartas de um teólogo a um jovem de hoje, da autoria de Alexandre Freire Duarte, professor na Faculdade de Teologia da Universidade Católica, com prefácio de Eduardo Duque, professor na mesma Universidade e membro do Secretariado Nacional da Pastoral do Ensino Superior. Acresce que Alexandre Freire Duarte é também colaborador regular da Voz Portucalense, com a atual e original colaboração de "O Cinema visto pela Teologia", colaboração vinda aliás após outra sobre textos dos Padres da Igreja. Uma mensagem da Editora afirma: "Um livro com saber, sabor e amor a todos os jovens e a quem com eles trabalha ao nível pastoral". Na apresentação para conhecimento deste livro e deste tema, afirma ainda a Editora, recorrendo ao seu Prefácio: "Os jovens procuram, questionam-se e questionam-nos com perguntas dificeis, sobretudo com temas relacionados com a fé cristã, a moral e a religião. O teólogo Alexandre Freire Duarte, experimentado no diálogo com os seus jovens alunos, aventurou-se a responder-lhes por escrito. Como afirma Eduardo Duque, no prefácio deste livro, "estas Cartas ajudam a olhar para dentro da pessoa, a conhecer os seus limites e desejos; ajudam a dar nomes aos fracassos, a interpretá-los e a conviver com eles; ajudam a descobrir os sentimentos produzidos que se vivem quando se fazem experiências radicais e ajudam a descobrir o sentido mais profundo da vida. Porém, estas Cartas, lidas assim, poderiam ser entendidas como mais um livro de auto-ajuda e desenvolvimento pessoal e, possivelmente, também o poderão ser, mas a sua grande diferença para com a maior parte desses livros, a sua grande virtude, é a largueza oceânica em que todos os diálogos se ancoram, que é em Cristo. Digamo-lo claramente e sem medo: o autor destas Cartas encostou os seus ouvidos ao chão e ouviu os gritos de muitos dos jovens a clamar por um sentido de vida, por um mundo melhor e mais justo, mas não enveredou por diálogos nihilistas, que não se sentem determinados por nada, a não ser pela sua própria vontade autónoma, nem fundamentou os seus diálogos numa interpretação sentimental do amor e da compaixão de Cristo separada da verdade, mas mostrou, através de histórias com lições de vida, que o amor e a compaixão verdadeiros implicam e comprometem radicalmente a pessoa, precisamente porque são inseparáveis da verdade, que é a única, como refere S. João, que nos torna livres". CF